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QUANDO VIER
ME VISITAR

Quando vier me visitar
Traga flores,
Muitas delas...
Porém,
não me traga
apenas flores:
Não se esqueça
de juntar a elas
A beleza do seu sorriso,
A ternura do seu olhar,
A força do seu abraço.
O calor dos seus beijos...

Quando vier me visitar,
Traga flores,
Muitas delas...
Mas não esqueça
de tirar-lhes
Os espinhos
que machucam,
As folhas envelhecidas,
Os galhos secos,
As dores embutidas...

Quando vier me visitar,
Traga flores,
Muitas delas...
Perfumadas, coloridas,
alegres:
Todas parecidas
com você!
Quando vier me visitar,
Traga você por inteiro...
As flores?
Nem sei se vai precisar!

Autora: Débora Bellentani

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"A vida é isso:
sonhar até que
um dia a realidade
aconteça."

"Cruel não é amar:
cruel é descobrir-se amado
quando se é tarde demais."

"Perdoar é olhar
para a cicatriz
e não se lembrar da dor."

"O que me impede
de ser livre?
Talvez as minhas
próprias correntes."


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A Arte de amar

A arte de amar consiste em juntar retalhos.
Uma metáfora que pode ajudar a entender nossos sentimentos, que, vez em quando, ficam um pouco confusos ou ofuscados pelas tantas oportunidades que a vida moderna nos proporciona.
Imagine se você fosse fazer uma colcha ou um tapete de retalhos.
Primeiramente, teria que desenhar um esquema para poder sequie e, com certeza, procuraria desenhar o mais bonito deles.
Depois, teria que escolher os retalhos que combinassem entre si e que pudessem dar à peça escolhida uma aparência, além de bonita, harmoniosa.
Então, entraria no primeiro processo de confecção, onde cortaria os pedaços conforme o tamanho dimensionado e os separaria de acordo com cada aplicação. Em seguida, seria o momento de cada um deles ser delicadamente alinhavado, e depois costurados um a um.
Tudo pronto, chegara a hora de se colorar um forro, costurando direito sobre direito e virar tudo para só então observar o resultado final.
Fio a fio, ponto a ponto, o conjunto seria a arte mais bela de se admirar.



Escrito por Débora Bellentani às 22h12
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VIRANDO O VERSO

Antagônica.
É isso que sou.
Nasci sob o signo de Touro.
Sou teimosa, sou forte.
Pés fincados no chão. 
Gosto da terra. 
De raízes. 
De relações duradouras. 
Do até que a morte os separe. 
No entanto, nasci poeta. 
E agora José? 
Desculpe-me Drummond, 
Mas tive novamente que plagiar você!

(Eu, Débora Bellentani, às 23h50, 13/08/2012).



Escrito por Débora Bellentani às 23h51
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